Neste mês de abril, houve queda contínua do dólar, fechando geralmente abaixo de R$ 5,00 em meio a incertezas da guerra entre os EUA e o Irã. O movimento ocorre em meio a sinais contraditórios sobre os rumos da guerra no Oriente Médio. De um lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo com o Irã deve acontecer “relativamente rápido”. De outro, o país disse ver dificuldades nas negociações formais entre os representantes dos países com o objetivo de resolver o conflito.
A queda do dólar traz resultados significativos e em sua maioria positivos para empresas brasileiras em processo de reestruturação, aliviando o setor financeiro de muitas companhias endividadas. Ela melhora as margens de importadores, fortalece empresas que se beneficiam do real valorizado, renegocia contratos e revisa políticas de preços.
Principais mudanças com a queda do dólar e atuação da Ícono
– Redução da dívida em moeda estrangeira: Empresas com dívidas associadas ao dólar veem o valor total de suas obrigações diminuir em reais. Com isso, a Ícono facilita a negociação com credores, reduzindo a dívida em reais.
– Melhora no fluxo de caixa: Com o dólar mais baixo, o serviço da dívida (juros e amortizações) fica mais barato em reais. Desse modo, a Ícono, alivia a pressão sobre o caixa e facilita o pagamento de credores.
– Menor custo de importação: Empresas que dependem de insumos, matérias-primas ou maquinários importados reduzem seus custos de produção. Nesse caso, a Ícono identifica a melhor estratégia para a compra de materiais importados, melhorando assim margens operacionais e de lucro geral.
– Melhora nos indicadores de dívida: A valorização do real ajuda a reduzir indicadores críticos, como a relação Dívida Líquida/EBITDA, tornando a empresa mais atraente para investidores e credores. Assim, a Ícono avalia o nível de endividamento de sua empresa em relação à sua capacidade de geração de caixa, promovendo excelentes indicadores financeiros.
– Pressão negativa para exportadores: Empresas que exportam recebem assim menos em reais pelas vendas externas, perdendo a margem de lucro. Nesse acaso, a Ícono atua na revisão de custos, na proteção de variações de câmbio e em uma estratégia comercial mais eficiente.